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EduScratch é um projeto que visa promover a utilização educativa do Scratch através do apoio, formação e partilha de experiências na comunidade educativa

Histórias

Aqui vos deixamos mais um relato delicioso das aventuras do Fernando Frederico na Moita.

"É nas sessões de Scratch que a teoria de Einstein mais se revela pois o tempo, que todos achamos muito constante, é relativo e encurta muito nas ditas sessões: os 90 minutos da aula escoaram-se em menos de 30; e ninguém deu por isso...
Havia um grupo de cerca de 20 alunos, entusiasmados, (às vezes até demais e a receber a pronta sanção do Professor

 
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Uma das bonitas histórias que temos vivido este ano pela voz da Carolina e da professora Carla, que abriu as portas da sua sala e turma para a realização de um projeto e de um sonho. E tudo começou no Webinar "Scratch na Escola" feito na ERTE - DGE...

Scratch… a minha história! (a visão da Carolina)

A minha história com o Scratch inicia-se em outubro /novembro de 2011, quando comecei a fazer algumas

 

 

 

pesquisas para o meu estágio curricular.
Foi no sítio da internet da Direção Geral da Educação (DGE), através dos vídeos das sessões “webinar”, que ouvi e vi pela primeira vez o Scratch. O referido vídeo é protagonizado pela professora Teresa Marques que apresentou o programa de uma forma clara e apelativa.
Confesso que até então, não tinha sentido especial apreço pelas linguagens de programação, julgava que se restringiam aos “génios” da informática, nos quais eu não me incluía. Mas quando conheci o Scratch senti que este programa era diferente, nascendo em mim uma “simpatia” imensa e vontade de explorá-lo.
Tive a
consciência que para descobrir o Scratch, teria de examinar as suas características, os seus limites, vantagens e desvantagens.
O que mais me provocou interesse no Scratch foi a possibilidade dos alunos se tornarem criadores de conteúdos digitais, ao invés de serem somente consumidores. Como sabemos os designados “nativos digitais” são potentes consumidores de recursos digitais. Mas, com esta ferramenta, também podem criar com enormes vantagens ao nível motivacional, e de
promoção de novas aprendizagens, com o seu computador pessoal (Magalhães).
No decorrer do meu estágio, partilhei esta descoberta com uma docente que se tem mostrado muito recetiva às tecnologias na educação. Após alguma exploração do programa, a professora Carla Ferreira, professora do 4º ano do CEB da escola das Levegadas, aceitou o desafio. Decidimos embarcar juntas nesta “aventura”, a descoberta do desconhecido, suportamo-nos mutuamente nas aprendizagens e na planificação das atividades para os alunos.
Atualmente, realizamos atividades de 90 minutos por semana, para um grupo de alunos, (no total 12), do 3º e 4º anos. Estes alunos apresentam bastantes competências ao nível da utilização do computador (processador de texto, paint, power point, pesquisa na internet), pois utilizam o seu Magalhães desde o 2º ano de escolaridade. E, por isso, depositamos neles toda a confiança e crença que o “nosso projeto”, o ScratchD@y, irá dar frutos.
Tomei realmente consciência do meu “envolvimento” com o Scratch, quando realizei uma apresentação ao meu grupo turma de Mestrado em Ciências da Educação, (Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Coimbra), pois o feedback foi bastante positivo. Referiram que defendi este programa com bastante entusiasmo.
Não posso de deixar de agradecer, em primeiro lugar, à professora Carla, pois sem ela seria impossível desenvolver este projeto. Assim como, agradecer à professora Teresa Marques, que se mostrou logo simpaticamente disponível, para me ajudar.

Carolina Rodrigues Moutinho
Mestranda em Ciências da Educação -FPCE-UC

 

Scratch… a minha história (parte 2) - a visão da professora Carla titular da turma

Atualmente, sou professora titular de turma de um grupo de alunos do 4.º ano de escolaridade, na EB1 de Levegadas, do Agrupamento de Escolas da Lousã. Sou professora desta turma há três anos.
Tenho por convicção que a escola atual precisa de crescer e acompanhar o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade. Acredito que só assim conseguiremos cativar os nossos alunos, utilizando ferramentas e recursos apelativos, do seu interesse, que simultaneamente sirvam de estímulo para novas aprendizagens e desenvolvam o gosto pela escola. 
Com este pressuposto, sempre incentivei os meus alunos a utilizarem as novas tecnologias, sem medo, tentando tirar o máximo partido delas, dentro da sala de aula. Esta turma trabalha com o computador “Magalhães” regularmente, (desde o 2.º ano de escolaridade), tem um blogue de turma, faz pesquisas e usa sítios da internet com frequência, trabalha com um quadro interativo na sala de aula e usa alguns manuais digitais. Têm neste momento desenvolvidas competências bastante satisfatórias na área das T.I.C.
Durante este ano letivo, conheci a Carolina Moutinho, no desenvolvimento do seu estágio curricular na Câmara Municipal da Lousã, aquando de uma visita às escolas do nosso concelho. Mostrou-se desde logo muito disponível para colaborar com a escola no desenvolvimento dos atuais, ou de novos projetos, relacionados com as TIC’s. Da minha parte, fiz o mesmo disponibilizando-me, a mim e aos meus alunos, para novos desafios…
A partir deste momento, a Carolina começou a ser a minha fiel colaboradora das aulas de T.I.C, às quintas-feiras, da parte da tarde. Num destes momentos, perguntou-me se conhecia o “Scratch” e falou-me dele, cheia de entusiasmo, completamente apaixonada, e aconselhou-me a ver os vídeos das sessões “webinar”, da responsabilidade da Teresa Martinho Marques e aconselhou-me a experimentar mais, no sítio do “Sapokids”. Assim fiz, achei o “Scratch” um desafio interessante, uma ferramenta cheia de potencialidades e diferente de tudo o que tinha proposto aos meus alunos, até então…
Tive consciência absoluta que sozinha seria uma tarefa difícil e que só poderia avançar com o envolvimento profundo da Carolina no projeto, dando-me o auxílio necessário quer à minha autoformação, quer na sua implementação na sala de aula com os alunos. Comprometemo-nos a colaborar mutuamente e estimuladas pela Teresa Martinho Marques (entretanto amiga na rede social do facebook), não tivemos medo de avançar.
Planificámos as sessões, 90 minutos, todas as quintas-feiras, e avançámos com o “ScratchD@y”… Estamos na quinta sessão e, embora com muitas dúvidas para esclarecer, estamos muito otimistas e orgulhosas com o que nós e os “nossos meninos” construímos até ao momento. Estamos certas de que fizemos uma boa escolha!

A professora
Carla Santos Ferreira

Nos últimos dias temos recebido notícias boas de vários tipos. Seja o interesse de mais professores em frequentar a oficina, sejam os pedidos de ajuda e de formação, tudo são indicadores de que o projeto cresce e se espalha cada vez por mais recantos.

Destacamos hoje duas histórias.

Disse-nos ontem a Joana Viana do IE-UL (a propósito de uma outra história): A participação do "EduScratch" nas aulas de

 
 
 
Tecnologias Educativas do IE deram o seu fruto, com a integração do Scratch na proposta de atividade apresentada pelas alunas Ana Patrícia Cal, Catarina Vaz, Diana Ferreira e Nídia Paulo.
 
Logo de seguida, a Cristina Carrilho (que frequentou uma formação curta e informal em setembro) deu notícias do seu trabalho na Anadia contando: Os meus alunos andam muito motivados a explorar o Scratch. Esta semana, a pedido dos alunos, vou ampliar o horário do clube. Fico à espera que nos façam uma visita. Há por aqui, colegas interessadas em formação no Scratch. A professora representante da disciplina de matemática é uma das interessadas.
Muitas razões para ficarmos felizes. A certeza de que as sementes deixadas em tantos lados estão a florir sem esperar pela primavera.
 
Obrigada a todos pelo empenho e entusiasmo!
 

 

 

 

Mais uma sessão de apoio à EB 1 de Aiana de Cima (3.º e 4.º anos)...

Esta é uma escola a participar nos desafios SeguraNet e está, também, a utilizar o Scratch nessa missão (pensando já em fevereiro e na Semana da Internet Mais Segura).

Sempre um prazer rever os meninos e ver os seus progressos! Abrimos uma conta para a turma poder publicar os seus projetos para

 

que possam ser integrados nas Galerias temáticas do EduScratch.

 

Felizmente a equipa do EduScratch tem um Avô Fred - Fernando Frederico) incansável que nos ajuda sempre em todos os momentos. Desta vez, pelo facto de morar mais perto, tomou a seu cargo a Escola Básica D. Pedro II e a turma do 6.º A, que começou este ano a trabalhar com o Scratch. Deixamos aqui a história pela sua voz e, também, a carta que os alunos lhe dedicaram.

Os alunos estavam muito entusiasmados mas cumpriram a regra de não se adiantarem muito em relação ao que ia

 
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Sessão de divulgação na EB 2, 3 Aranguez com oito alunos de um CEF (8.º ano)...

Às voltas com o Scratch e segurança na Internet, já apensar nas iniciativas "Dia da Internet Mais Segura" que decorrerão de 6 a 10 de fevereiro.

Também presentes cinco professores interessados em avançar, depois de lançada esta semente que foi regada com muitos

 
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E lá partiu o EduScratch à descoberta de mais uma escolinha interessada em conhecer (e trabalhar com) o Scratch. Depois de falhar o local e acabar no Cabo Espichel, encontrámos o sentido certo para descobrir a professora Ana e dez meninos (cinco de 3.º ano e cinco de 4.º). Uma escola bonita e acolhedora que, com muita pena deles e nossa, está sem internet desde novembro (por conta de uma falha técnica ainda por resolver). Algumas famílias ajudaram os meninos no Natal a instalar o Scratch nos seus computadores e, nos restantes, a instalação foi
 
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Já foi publicado o artigo com algumas histórias contadas, com muitos sorrisos, pelos professores que frequentaram a Oficina de Formação – Scratch e Matemática – 1.º Ciclo e Pré-escolar do CCTIC-ESE/IPS - e se atreveram a aventuras especiais com os seus alunos, mesmo depois de um tempo relativamente curto de aprendizagem da ferramenta Scratch.São exemplos de empenho e dedicação e com ideias que podem ser aproveitadas e adaptadas por outros professores.

É na partilha que nos enriquecemos e conseguimos fazer com que as sementes cheguem cada vez mais longe!

 

 

 

Tarde doce recheada de animação. Fomos assistir à apresentação de trabalhos desenvolvidos pelos alunos de três turmas (uma de primeiro ano e duas de terceiro) com a ferramenta Scratch. Ficámos a conhecer o blogue da turma de primeiro ano onde já estão alguns dos projetos apresentados:   http://turma31da7.blogspot.com/ Muitas descobertas partilhadas, aprendizagens feitas, sugestões de melhoria, desafios para continuar, reflexão sobre os trabalhos uns dos outros. E, no final,

 

 

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Scratch Project

Descobrimos, no portal SAPO Scratch, que o Instituto Superior Dom Afonso III (INUAF) criou um espaço para os trabalhos dos alunos da licenciatura em Multimédia, disciplina: Informática I lecionada pelo Professor Fernando Mendonça, ex-elemento do extinto CCTIC Educom em Faro (agora a funcionar em Lisboa), onde o EduScratch esteve no ano letivo anterior. As sementes a frutificar! Diz-nos Fernando Mendonça: A utilização do Scratch foi muito motivadora para os alunos e consegui (quer dizer, o Scratch conseguiu) fazer com os alunos atingissem níveis que nunca tinha conseguido com as linguagens tradicionais (java, c#, etc.). Agora, vou iniciar uma pós-graduação

 
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Scratch offline

MIT

Versão 2.0 MIT

Versão 1.4 MIT

Sapo Scratch (v.1.4)

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